1 de fevereiro de 2014

Sonhos...

Olá amores!
Hoje tem mais uma das minhas crônicas. Foi a primeira que fiz, então se estiver confusa, me perdoem. Mas acho que a mensagem que quero passar vai estar ali e será fácil de encontrá-la! ;))
Kisses
/Line ;*

Fazia um belo dia lá fora. Como ela mesma já observara. Céu azulzinho, de uma cor que fazia os olhos brilharem. Em contraste com as lindas nuvens brancas de algodão, o azul celeste a fazia imaginar como seria o azul do céu no litoral. Ela nunca soube como era e de acordo com suas amigas, ela já passara da hora de saber. Se fosse há um tempo isso a atingiria e a faria se trancar no quarto, pegar os pinceis e começar a imaginar. Desenhava daqui, coloria de lá. A pintura não era das melhores, mas para uma menina como ela, estava perfeita. E fazia isso em todo verão. Todo ano na época do calor, suas supostas amigas, que eram muito mais bonitas que ela, a faziam sentir - se como quem nunca teve ninguém. Todo verão Fernanda ficava sozinha na pequena cidade em que morava. Mas, agora, não mais era atingida, pois percebera que a vida tinha dessas coisas.

Em um verão qualquer, uma de suas amigas voltara mais cedo das férias. Ninguém soube o que levou a mais bonita das garotas a fazer isso, mas todos daquela cidade a viram correr para a casa da vizinha. Quando entrou no quarto da amiga, viu as belas pinturas. Fernanda havia evoluído tão rapidamente que impressionou até mesmo a seus pais que sempre souberam do segredo da filha. Quando Fernanda avistou a amiga, sentiu-se cheia novamente. Viu que não estava sozinha. A amiga convenceu-a de compartilhar o seu segredo com todas. Ela hesitou por um instante. Mas logo percebeu o quão maravilhoso seria mostrar a todas aquelas meninas que nada do que elas faziam a abalava, e que só aumentava ainda mais sua capacidade de viajar na imaginação...

Hoje, alguns anos depois, ela finalmente conheceu o lugar de que tanto falava. Imaginava. Amava. Era um amor puro, feito daqueles de criança. E, realmente, ela voltou a ser criança nesse lugar. Rolava na areia. Mergulhava no mar. Olhava para o céu. Finalmente descobrira que o sonho que ela achou que era só sonho, sempre foi real. Finalmente ela percebeu que nunca deveria hesitar ao compartilhar esse sonho. E, quando chamada para apresentar ao mundo sua arte, ela não hesitou. Não hesitou nunca mais...

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